sexta-feira, 14 de março de 2014

Escolas Regulares são obrigadas a oferecer Cuidador Específico para Alunos Portadores de Necessidades Especiais


Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (12/3), em caráter conclusivo, medida que obriga as escolas regulares a oferecer cuidador específico para alunos portadores de necessidades especiais, se for verificado que o aluno precisa de atendimento individualizado. 


A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou, na quarta-feira (31), medida que obriga as escolas regulares a oferecer cuidador específico para alunos com deficiência, se for verificado que ele precisa de atendimento individualizado. A iniciativa está prevista no Projeto de Lei 8014/10, do deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG).
A legislação brasileira incentiva a inclusão dos deficientes no ensino regular, deixando o ensino especial para aqueles com características específicas. Por isso, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394/96) prevê o serviço de apoio especializado aos alunos com deficiência matriculados nas escolas regulares. O projeto inclui explicitamente o cuidador como parte desse suporte, desde que necessário.
Para o relator da proposta, deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), o cuidador é indispensável para alguns alunos com maior grau de dependência e vai melhorar o rendimento desses alunos. “A oferta desse tipo de apoio resultará na maior participação do educando nas atividades escolares, uma vez que o cuidador estará pronto a auxiliá-lo no desempenho das atividades da vida diária que não consegue realizar sem ajuda”, argumentou.
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:




terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Ilheenses Cursam Mestrado em Ciências da Educação no Exterior

Mestrado em Ciências da Educação

Quatro Professoras sedentas de Saber, saem de Ilhéus, uma Famosa Cidade, Internacionalmente Conhecida, para galgar novos Conhecimentos num País Vizinho.

Simone Azevedo, Magali Inácio, Mônica Silva e Ana Paula Chéquer são Professoras da Rede Municipal de Ilhéus-Bahia e Desejam Contribuir com a Qualidade da Educação Ilheense.

Cursando Mestrado em Ciências da Educação, pela Universidade Iberoamericana, em Assunção-Paraguai, o Curso é Modular que Corresponde à 4 Módulos de 6 em 6 meses (janeiro e julho) com 20 dias cada um, com aulas de segunda à sábado das 8h às 20h. No verão (janeiro) o Calor é extremo com temperaturas elevadíssimas, chegando á 50°C, já no inverno (julho) o Frio também é extremo, as temperaturas variam entre -3°, 0° e ás vezes 5°....

O País é um Pólo Universitário, contendo aproximadamente 58 Universidades que oferecem Cursos de Mestrados e Doutorados para Inúmeros Brasileiros de todos os Estados. A Moeda do País é o Guarani e a Culinária tem muitos indícios indígenas.

Nos intervalos das Aulas e nos Finais de Semana, as Meninas aproveitam para conhecer a cidade, seus Pontos Turísticos e Culturais, pois essas ações também contribuem para o Processo Ensino Aprendizagem, Ampliando o Cabedal.
Todos os Passos das Professoras estão Registrados em Fotos Postadas na Rede Social: Facebook, a fim de Compartilhar com Familiares e Amigos todas as suas Experiências e podem ser Conferidas através do Link à seguir:

 Seguem Alguns Lugares que as Docentes/Estudantes já visitaram:

Ø  Casas de Câmbio;
Ø  Centro Comercial Local (Rua Palmas e adjascências);

Ø  Centro dos 3 Poderes (Prefeitura, Assembléia, Senado);
Ø  Ministério Público;
Ø  Catedral de Assunção;
Ø  Museu da Ditadura Paraguaia;
Ø  Museu Histórico do País;
Ø  Museu do Índio;
Ø  Feira de Antiguídades;
Ø  Viagem às 7 Cidades (Passeio feito com toda Equipe do Mestrado);
Ø Expo 2013 (Feira de Exposição de Tecnologias, Moda, Cultura, Alimentos, Agropecuária...)
Ø  Visita à Basílica de Caacupé (Virgem de Caacupé - Padroeira do País);
Ø  Igrejas Barrocas com Esculturas Belíssimas cobertas de Ouro;
Ø  Diversos Bares, Lanchonetes e Restaurantes, Degustando da Culinária Paraguaia;
Ø  Missas em Paróquias Locais;
Ø  Festa na Rua Palmas em Homenagem aos Brasileiros Estudantes que estão no País;
Ø  Festa de Integração da Universidade entre Alunos, Professores e Funcionários;
Ø  Shopping Excelsior;
Ø  Fronteira Brasil X Paraguai (Ponte da Amizade – Paraná -Foz do Iguaçu – Cataratas do Iguaçu e Parque das Águas);

Ø  Cidade Del Este (Maior Centro Comercial da América Latina);
Ø  Jardim Botânico de Assunção;
Ø  Zoológico de Assunção;
Ø Baile de Carnaval...


terça-feira, 29 de outubro de 2013

É P.G? EU TO PASSADO!

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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Nova lei sancionada no dia 4 de abril garante ingresso das crianças mais cedo na educação infantil


Ednilto Neves

Educação infantil aos quatro anos será obrigatória
Houve um tempo em que os estudantes passavam menos tempo na escola. Eram apenas 180 dias letivos e as crianças não entravam tão cedo na educação formal.
Hoje, o ano letivo tem 200 dias e a criança deve, obrigatoriamente, entrar na escola com 4 anos de idade. É o que diz a Lei nº 12.796, de 4 de abril de 2013, sancionada pela presidenta da República, Dilma Roussef.  A nova lei ajusta a anterior, a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).
Segundo o Ministério da Educação (MEC), a nova lei só passará a ser obrigatória a partir de 2016. Como a matrícula dos filhos é de responsabilidade dos pais, caso eles não matriculem os filhos na idade certa, podem sofrer punições, de acordo com o artigo 249 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Dados do MEC apontam que quatro milhões de crianças entre quatro e cinco anos estão matriculadas na educação básica, mas 1,05 milhão ainda estão fora, de acordo com a ONG Todos Pela Educação.
Pela nova lei, as crianças de quatro e cinco anos não poderão ser reprovadas.
A nova lei também estabelece que a educação infantil, que contempla crianças de 4 e 5 anos, deve ser organizada com carga horária mínima anual de 800 horas, distribuídas em 200 dias letivos.
Até que ponto entrar na escola mais cedo favorece a criança? Por um lado, estar na escola aos 4 anos vai ajudar a criança na sua socialização, pois ela vai ter contato com outras crianças e ter um atendimento melhor, com relação à aprendizagem formal, à alimentação e à autonomia; por outro lado, entrar mais cedo pode trazer consequências negativas para o desenvolvimento emocional durante a adolescência, segundo um estudo patrocinado pelo governo americano e divulgado pelo site Educar para Crescer.
Está claro que entrar na educação infantil favorece o aprendizado, a autonomia e a convivência em grupo. Disso não se tem dúvida, pois enquanto a criança está interagindo com outras, a probabilidade de ela aprender mais é muito maior do que se estivesse em casa, tendo contato apenas com os membros da família ou só com a mãe.
O estudo também indica que a aprendizagem se dá muito mais quando se combina um ambiente familiar rico em estímulos e uma boa escola.

Supervisora diz que demanda vai aumentar
O que se tem visto muito nas escolas brasileiras é a falta da participação das famílias na vida escolar dos filhos. Boa parte dos pais não comparece à escola para acompanhar os filhos e muito menos ajuda os filhos nos estudos. “A gente reclama porque os pais não estão mais educando os filhos. Com isso, cada vez mais a responsabilidade da família vai sendo jogada para a escola. A escola vai assumir um papel que não é dela”, diz a supervisora Joelma Lúcia dos Santos Silva, da Escola Municipal Nono Rosado.
Para ela, entrar na escola aos 4 anos tem seus pontos positivos. “A criança vai saber se expressar melhor, aprende a trabalhar em grupo, a socialização, aprender o respeito com os mais velhos são alguns dos benefícios para as crianças”, diz a supervisora.
Porém, exatamente por estar na escola há mais tempo, esse ingresso cedo pode trazer problemas com relação à maturidade e à questão cognitiva, diz a supervisora. “Com o tempo, os alunos se sentem mais cansados devido à rotina, sentem um esgotamento, uma irritabilidade”, salienta.
Com a nova lei, a educação básica gratuita deve ser dos 4 aos 17 anos de idade.
Segundo Joelma, na rede municipal as crianças já entram cedo. Há muitas crianças com essa idade já estudando. Mas, agora, como é uma obrigatoriedade, as escolas devem dar condições para acolher a criança, como ter um espaço adequado, com brinquedos adequados para a faixa etária, refeitório específico para crianças, banheiros com ducha, espaço com almofadas para contação de histórias, mobiliário, segurança etc. “A demanda vai aumentar. Hoje nós damos conta do atendimento porque a demanda não é tão grande”, diz a supervisora.

Crianças terão mais contato com outras de mesma idade
Para a chefe do setor de educação infantil da rede municipal de ensino, Luzilene Fontes, a nova lei vai garantir um acesso maior nas unidades. Além disso, permite a socialização das crianças e as ajudará a ter uma infância mais saudável, pois na escola as crianças irão ter contato com outras crianças, favorecendo a interação e a aprendizagem. “A preocupação é com relação à antecipação da escolarização. O fato de entrar com 4 anos não deve ser entendido como uma obrigatoriedade da alfabetização. A ideia é que a infância seja preservada. O espaço da escola é para as interações e brincadeiras”, diz Luzilene.
O processo de alfabetização deve ocorrer dentro do processo normal de maturidade da criança.




Box

Entenda a nova lei


Art. 1o  A Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com as seguintes alterações: 
I - educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, organizada da seguinte forma: 
a) pré-escola; 
b) ensino fundamental; 
c) ensino médio; 
II - educação infantil gratuita às crianças de até 5 (cinco) anos de idade; 
III - atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, preferencialmente na rede regular de ensino; 
IV - acesso público e gratuito aos ensinos fundamental e médio para todos os que não os concluíram na idade própria;

“Art. 6º  É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das crianças na educação básica a partir dos 4 (quatro) anos de idade.” (NR) 
“Art. 26.  Os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos.



sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Vídeo: Exposição Realizada com os Trabalhos dos Alunos e Professores do TOPA


Exposição Realizada com os Trabalhos dos Alunos e Professores do TOPA 
(Todos Pela Alfabetização).

 Foram 11 Turmas Coordenadas por Simone Azevedo em Ilhéus Bahia.